Sinto uma grande alegria, ó Maria, ao cantar a Tua beleza e ao proclamar a Tua grandeza; mas, o meu coração sedento de compreensão e de amor, sente maior necessidade de te invocar como ‘Mãe’, infinitamente boa e misericordiosa. Fico admirado e encantado ao contemplar-Te na glória dos Anjos, no Céu, coroada de glória
Mas, tenho maior necessidade de contemplar-Te na pobreza e dureza de Belém quando seguras nos teus braços de Mãe uma criança débil como todas as crianças do mundo; essa criança é Jesus!
Vejo-Te sentada ao lado do berço, onde Jesus chora; a correr apressadamente para Ele, como todas as mães do mundo. Eu não tenho medo de me aproximar de Ti, ó Maria
Estou certo de que Tu tens por mim todos os sentimentos maternais da ansiedade e de doçura.
Conheces a grande fragilidade dos teus filhos.
Posso, tranquilamente, confiar a Ti, hoje e para sempre, o meu pobre esforço, que me deve conduzir a Jesus e fazer-me semelhante a Ti.
Não queres, ó Maria, que eu vá, um dia, para o céu, contigo?